Hum, chegou o Natal! Época de festas, comidas e bebidas. Época de correria, desespero e preocupação. Bom, tudo tem um lado bom e outro ruim, não poderia ser diferente no Natal. No Brasil, ninguém parou de comprar, afinal é culturalmente ensinado que todos devemos ser felizes, perdoarmos quem nos fez mal e presentear quem agente gosta. Cada um tem uma concepção de Natal, independente da Religião, todos intimamente comemoram esta data que, por muitos anos, antes mesmo de Cristo já era reservada para festividades. Mais na realidade é apenas mais um feriado, fielmente mais festivo do que os outros, porque demos ao 25 de Dezembro um saborzinho especial, o capitalista. Por trás de uma história bíblica há o consumismo exacerbado, que com a crise foi reduzido no Mundo, mas não no Brasil. Aqui, independente do que acontece do Mundo, se é Natal, temos que comprar, temos que presentear, temos que festejar. Assim, movimentamos nossa economia independente do mercado externo, porque se aplicamos dinheiro num setor, assim como numa fileira de dominós, outros setores receberão investimentos e continuaremos crescendo. Claro que a níveis menores, mais lentamente crescemos. Basicamente foi isso que nosso ilustríssimo Presidente foi nos dizer na mídia alguns dias atrás. "Continuem comprando", foi o mesmo que, "Continuem abastecendo-nos". Nada como mensagens subliminares para pessoas alienadas. E assim foi o Natal brasileiro, alegremente festivo e felizmente capitalista. Até.
“Os capitalistas chamam 'liberdade' a dos ricos de enriquecer e a dos operários para morrer de fome. Os capitalistas chamam liberdade de imprensa a compra dela pelos ricos, servindo-se da riqueza para fabricar e falsificar a opinião pública." - Vladimir Ilich Ulyanov (Lenin)
“Os capitalistas chamam 'liberdade' a dos ricos de enriquecer e a dos operários para morrer de fome. Os capitalistas chamam liberdade de imprensa a compra dela pelos ricos, servindo-se da riqueza para fabricar e falsificar a opinião pública." - Vladimir Ilich Ulyanov (Lenin)

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